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Estratégias para reduzir dívidas com os bancos

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Estratégias para reduzir dívidas com os bancos

 

Crise financeira do capitalismo

A crise que assola o país tem deixado cidadãos brasileiros atormentados e preocupados com o seu endividamento e com suas contas no vermelho. Para tal situação não existe fórmula mágica, como vendem algumas empresas de assessoria financeira. O segredo é negociar, sendo possível fazer o valor do débito cair,  em média, para menos da metade da dívida com redução de juros, revisão de cobranças em excesso e portabilidade de crédito. Em alguns casos, os bancos dão descontos de até 70% para quitação da dívida.

Uma das possibilidades que poucas pessoas conhecem é a portabilidade de crédito, que nada mais é do que a troca de um banco por outro que oferece juros mais baixos, o que faz a dívida cair consideravelmente.

O devedor deverá analisar a real situação do orçamento e das contas pendentes para que se possa propor ao banco ou empresa credora uma negociação que deverá ser cumprida, lembrando que as empresas especializadas em negociação coletiva geralmente oferecem melhores condições para quitar os seus débitos.

Entretanto, o devedor deverá ter cuidados com as taxas de juros e multas cobradas, pois muitas vezes são abusivas. Não se deixe levar pelos parcelamentos longos. Neste tipo de pagamento o consumidor costuma sofrer aumento considerável da dívida e não percebe devido ao valor baixo das parcelas.

Outra alternativa é participar de mutirões de negociações de dívidas. Neles, as empresas reduzem juros e estudam formas de facilitar o pagamento. Para negociar com o banco ou outro credor não é necessário contratar empresa ou pessoa que limpe seu nome.

Um dos segredos para uma boa negociação, utilizado por poucos é a negociação direta com os credores. Isso viabiliza melhores condições de pagamento e a possibilidade de combinar a quantidade de parcelas, data do vencimento e os juros a serem aplicados.

Uma das vantagens da negociação é a exclusão do nome do nome do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) ou Serasa, prevista no artigo 43 do Código de Defesa do Consumidor em até cinco dias após a negociação com a empresa.

SUGESTÕES DO PROCON DE SÃO PAULO

ANALISE O CONTRATO

Antes de renegociar a dívida com bancos ou empresas prestadoras de serviços, verifique se o contrato não tem irregularidades, como prejuízos consideráveis ou taxas a mais.

PESQUISE

É possível levar a dívida à outra instituição financeira que ofereça juros menores.

SUGIRA SOLUÇÕES

É necessário participar de forma ativa do acordo. Mas, para isso, faça propostas razoáveis.

ANALISE A PROPOSTA

Antes de aceitar o acordo, peça um tempo para refletir sobre as condições da proposta. Não aceita a primeira proposta feita.

SE NÃO HOUVER ACORDO, PEÇA AJUDA

Os núcleos de Superendividamento do Procon atendem gratuitamente os consumidores que estão com problemas.

FEIRÕES

Antes de buscar um acordo verifique se há mutirões para renegociar débitos e se a instituição financeira participa dessas negociações. Empresas prestadoras de serviços também costumam participar desses feirões para negociar as dívidas dos clientes.

Edmilson Lima, advogado e consultor jurídico.

Fonte de pesquisa: site do Procon São Paulo.

 

Edmilson Lima

Advogado e Consultor jurídico, especialista em Direito processual civil pela Escola Superior da Advocacia e em Direito Sanitário pela Unicamp

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